Paolla Oliveira: a nova rainha da Imperatriz Leopoldinense já chegou com tudo

Segura o babado, Brasil! A gente ainda nem superou o último Carnaval e a realeza do samba já está se movimentando. E quando a Paolla Oliveira entra na jogada, a gente sabe que vem coisa boa. A atriz foi recebida com pompas e muita festa na quadra da Imperatriz Leopoldinense, em Ramos, na Zona Norte do Rio, e jogou nas redes sociais os bastidores da chegada.
Nas imagens, ela estava lá, sorrindo de orelha a orelha, abraçando a galera, recebendo os aplausos e sentindo o calor da nova casa. A diretoria, as musas, as baianas e, claro, os ritmistas estavam todos presentes pra saudar a nova majestade. E a bateria? Entoou um coro de pura energia que todo mundo com um mínimo de samba no coração entende imediatamente. A própria Paolla resumiu na legenda da publicação com a frase que precisava ser dita.
Mas vamos combinar: essa chegada não é pouca coisa. Paolla Oliveira não é qualquer uma no samba. Atriz, fisioterapeuta, campeã da Dança dos Famosos em 2021 e um furacão de carisma — ela foi rainha de bateria da Grande Rio por longos oito anos, de 2017 a 2025. Oito anos é tipo um reinado completo. E a gente viu ela brilhar muito, levando a escola pra avenida com uma energia que pouquíssimas pessoas conseguem entregar. Depois da sua saída, a Grande Rio contou com Virginia Fonseca em 2026, e já anunciou Anitta para o posto em 2027. O fato de o espaço deixado por Paolla ter sido preenchido por nomes desse calibre diz muito sobre o tamanho da rainha que a Imperatriz acaba de ganhar.
Uma troca de coroa que a gente ama
Agora é a Imperatriz Leopoldinense a escola que vai ter Paolla à frente da sua bateria para o Carnaval de 2027. E a Imperatriz não é brincadeira! É uma escola de samba com história de verdade, fundada em 1959, no bairro de Ramos, por uma galera que queria fazer barulho na Zona da Leopoldina. O nome é uma homenagem à Estrada de Ferro Leopoldina, que cortava o bairro, e que por sua vez recebeu esse nome em referência à Imperatriz Maria Leopoldina do Brasil. As cores? Um tributo à madrinha, Império Serrano. E as onze estrelas no pavilhão representam os bairros das estações da linha férrea que passam pela Zona da Leopoldina. É tradição que não acaba mais, e Paolla chega pra somar a essa história rica.
Pra ser rainha de bateria, não basta só ter energia na avenida — tem que ter carisma, conexão com a comunidade e aquela garra de defender o pavilhão. E Paolla tem isso tudo. A recepção calorosa que ela recebeu na quadra, com abraços, aplausos e a bateria cantando em coro pra ela, já mostra que a relação entre rainha e escola começou com o pé direito. Essa transição da Grande Rio para a Imperatriz é um sinal de que ela está sempre em busca de novos desafios e de espalhar seu brilho por onde passa.
Expectativas a mil para 2027
Essa recepção na quadra é só o começo do que promete ser um reinado espetacular. Ver a Paolla se conectando com a comunidade, recebendo tanto afeto logo na primeira visita, já deixa qualquer fã com o coração quentinho. É a prova de que ela é rainha por merecimento, e não só pela fama — ela se joga de verdade, vive o Carnaval e faz a gente querer estar lá junto. O Carnaval de 2027 pode parecer distante, mas com uma notícia dessas, a contagem regressiva já começou na nossa cabeça. A pipoca tá pronta.
