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Bárbara Borges bate ponto no Rock in Rio e manda a real sobre o término com Iran Malfitano

via Instagram @eubarbaraborges

Tem gente que quando termina um relacionamento some do mundo por semanas. Bárbara Borges não é essa gente. No domingo (6), enquanto o Rock in Rio agitava o Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ela apareceu na Cidade do Rock com estilo, serenidade e a disposição de quem já processou tudo o que tinha para processar. E foi lá mesmo, entre shows e aquela energia inconfundível do festival, que ela deu mais detalhes sobre o fim do relacionamento com Iran Malfitano — anunciado nas redes sociais no dia anterior, sábado (5).

A notícia que sacudiu as timelines tinha chegado com a franqueza característica da atriz: ela e Iran já não moravam juntos, já estavam separados há cerca de dois meses, e ela achou que os fãs mereciam saber. "Não tenho muito o que falar. O que eu precisava dizer foi realmente para comunicar, principalmente aos fãs e às pessoas que curtiram e acompanharam a gente. Foi por consideração e respeito a essas pessoas que estavam sentindo falta. Já tem dois meses", explicou Bárbara no festival.

Essa escolha de tornar o término público diz muito sobre quem ela é. Bárbara Borges não é exatamente uma estreante no jogo da visibilidade. A carreira começou em 1995, quando ela integrou o grupo das Paquitas — sim, antes de boa parte do público atual ter nascido. Em 2001, estreou nas novelas da Globo com Porto dos Milagres, e em 2002 ficou marcada na memória coletiva como a vilã Thaissa em Malhação. Em 2004, viveu Jennifer em Senhora do Destino, e em 2009 migrou para a RecordTV, onde construiu uma nova fase da carreira. Fora das telas, conquistou outro tipo de torcida ao vencer A Fazenda 14. É o tipo de trajetória que cria um vínculo real com o público — e Bárbara claramente leva isso a sério.

Iran Malfitano, por sua vez, é presença igualmente marcante na memória televisiva do Brasil. Ficou conhecido ao interpretar Gui, o protagonista da oitava temporada de Malhação, passou por Kubanacan como o mulherengo Carlito, viveu Téo em Cobras & Lagartos e o extravagante Orlandinho em A Favorita. Assim como Bárbara, também migrou para a RecordTV em 2009 — e foi justamente lá que ganhou o Troféu Imprensa de melhor ator pelo vilão sanguinário Adriano em Bela, a Feia. Dois atores com histórias paralelas que, em algum momento, se encontraram e formaram um casal que a galera acompanhava com genuíno carinho.

O fim, no entanto, não parece ter deixado mágoa. Bárbara foi enfática ao dizer que o que resta entre os dois é amizade e afeto — e que a vida simplesmente segue o seu curso. "A gente tem, acima de qualquer coisa, amizade e amor. Só que a vida segue. Às vezes, as coisas acontecem quando têm que acontecer. A vida é cíclica e transitória, e nem por isso o que se encerrou deixa de ser importante. As coisas passam por renovações", disse ela, entregando um conjunto de frases que vai infernizar os stories de autoajuda por pelo menos uns três meses.

Quando perguntaram se ela estava pronta para esse novo momento, a resposta foi um "vamos vivendo" tão tranquilo e convicto que faria um coach motivacional chorar de orgulho. Sem drama, sem sofrência performática, sem nada que não fosse autêntico. Só uma mulher que processou o que tinha para processar, colocou um look, foi ao Rock in Rio e respondeu às perguntas com a leveza de quem já virou a página.

E, vamos ser honestos: se tem lugar no mundo para começar uma nova fase com o pé direito, é num festival com boa música, muita gente animada e aquela energia que faz qualquer coisa parecer possível. Bárbara Borges provou que mesmo depois de um término, o show — literalmente — tem que continuar.

Com informações de fontes públicas, Wikipédia, YouTube, Instagram e TikTok.