Aquele que abriu mão da Força: George Lucas trocou três filmes de Star Wars por… um museu?!

George Lucas, o pai de tudo que é Star Wars, jogou uma bomba que deixou a gente pensando: e se…? O titio Lucas revelou que abriu mão de dirigir três filmes da saga galáctica para se dedicar a construir o Lucas Museum of Narrative Art, que está abrindo as portas em Los Angeles. Três filmes a mais! A gente sabe que ele já vendeu a franquia para a Disney, mas a ideia de ter mais da visão dele é de pirar qualquer fã.
Pra quem não viveu numa caverna em Tatooine, George Lucas é uma lenda viva. O cara não só criou Star Wars, a maior space opera de todos os tempos, como também nos deu Indiana Jones. Revolucionou Hollywood, transformou o cinema com efeitos especiais e nos apresentou a uma galáxia muito, muito distante que moldou gerações. Star Wars: Uma Nova Esperança, lá em 1977, não foi só um filme — foi um divisor de águas que inventou o blockbuster e fez a gente acreditar em sabres de luz e na Força. Depois da trilogia original com Luke, Leia e Han Solo, Lucas voltou para dirigir a trilogia prequel. Em 2012, a Disney comprou a Lucasfilm por US$ 4 bilhões, e a gente achou que a era Lucas nos cinemas tinha ficado para trás. Mas, ao que parece, ele ainda tinha mais cartas na manga!
O "sacrifício" de um cineasta bilionário
O diretor de 82 anos contou que a decisão de se aposentar dos filmes foi pesada, porque ele tinha mais três Star Wars na cabeça. Mas percebeu que estava ficando sem tempo e que queria muito construir o museu. Pera aí, "sem tempo"? George Lucas, com uma fortuna estimada em 5 bilhões de dólares, sempre pareceu ter tempo e recursos pra tudo! Mas é inegável que a paixão por esse projeto era gigante. Afinal, quem trocaria uma chance de expandir seu universo mais famoso por… arte? Ah, tá. George Lucas.
O Lucas Museum of Narrative Art não é museu qualquer, tá? É tipo o sonho de consumo de qualquer colecionador bilionário. Custou US$ 1,5 bilhão, ocupa um campus de 13 acres com 300 mil pés quadrados e tem 35 galerias. E o acervo? É a coleção particular do cineasta: 1.200 peças que vão de pinturas e esculturas a adereços, figurinos e veículos originais dos filmes de Star Wars. Imagina ver a Millennium Falcon de perto ou o capacete do Darth Vader! A ideia do museu foi anunciada em 2013 e, depois de considerar San Francisco e Chicago, Los Angeles foi a escolhida pra abrigar essa megalomania cultural.
O lado pessoal da Força criativa
Mellody Hobson, esposa e parceira de negócios de Lucas, deu a letra sobre o nível de envolvimento dele no projeto. Ela contou que ele se jogou de cabeça em cada detalhe, exatamente como fazia quando precisava explicar Star Wars e ninguém entendia — até que ele passou a assumir pessoalmente cada decisão. E soltou uma que é a cara de quem vive com um gênio obcecado: que ele não vai trabalhar nesse nível para sempre porque isso quase o matou. A gente ri, mas com respeito. Imagina a pressão de construir um império… e depois um museu.
É curioso pensar que ele largou esses três filmes depois de vender a Lucasfilm para a Disney, que seguiu fazendo sua própria trilogia — uma trilogia que, sejamos sinceros, não foi lá muito bem recebida por boa parte dos fãs. Será que o George Lucas sentiu uma pontinha de arrependimento? Ou será que viu que a visão dele para Star Wars estava completa e era hora de inovar em outra área? Ficamos aqui imaginando quais histórias seriam contadas, quais planetas seriam explorados e quais personagens nos fariam gritar de emoção sob a direção do mestre. O que importa é que a paixão dele pela arte narrativa continua, só mudou de galáxia — e de formato. E você, trocaria três filmes de Star Wars por um museu?
