Stevie Wonder comemora 50 anos de Songs in the Key of Life com turnê mundial épica

Stevie Wonder, ou Stevland Hardaway Morris para a galera mais íntima, não é só um cantor, minha gente. Ele é um monstro sagrado da música, um compositor que parece ter uma antena para o divino, um multi-instrumentista que faz a gente questionar o que a gente fez da vida com o nosso tempo, e ainda por cima, um produtor musical que já colocou um monte de gente pra balançar a cabeça e se emocionar. E não para por aí: o cara ainda é um ativista incansável por causas sociais!
Se você está contando os artistas musicais mais vendidos de todos os tempos, o Stevie está lá no topo da lista, com mais de cem milhões de discos comercializados pelo mundo. Pra você ter uma ideia da dimensão do talento, ele empilhou 25 Grammy Awards na estante — é o artista masculino mais premiado da história da premiação. Mas não é só isso! Ele também levou um Globo de Ouro e um Oscar de Melhor Canção Original por I Just Called to Say I Love You, do filme A Dama de Vermelho, de 1984. Se você nunca ouviu, para tudo e vai ouvir agora. É pré-requisito pra entender o que é música de verdade.
Considerado um dos maiores músicos de todos os tempos, Stevie Wonder é pioneiro e influenciador de incontáveis artistas de todos os gêneros — de rap a rock, de R&B a pop, de jazz a música eletrônica. A sua genialidade transcende gerações e estilos, fazendo dele uma referência atemporal.
Songs in the Key of Life: meio século de pura genialidade
Agora, vamos falar de Songs in the Key of Life. Não é só um álbum, é a obra. Este disco está completando meio século de vida e, sinceramente, não envelheceu um dia sequer. Foi ele que solidificou de vez o Stevie como um gênio musical inquestionável, levando para casa o seu terceiro Grammy de Álbum do Ano. Pense bem: três Grammys de Álbum do Ano para o mesmo artista. Era a prova cabal de que não era sorte; era puro talento e uma visão artística sem igual.
Songs in the Key of Life é um universo à parte. Tem músicas que são hinos, letras que tocam a alma e arranjos que são aula de música pra qualquer um que queira entender de música boa. Não é à toa que já vendeu mais de dez milhões de cópias mundialmente, ganhando o status de álbum de diamante. E a cereja do bolo: a Biblioteca do Congresso dos EUA reconheceu a importância histórica dele e incluiu o disco no National Recording Registry. Ou seja, é patrimônio da humanidade!
A turnê mundial que vai virar hino de emoção
E pra celebrar essa obra-prima, o lendário Stevie Wonder anunciou uma turnê mundial de cair o queixo. A estreia será no dia 13 de outubro em Birmingham, no Reino Unido. Depois, o homem vai dar um rolê pela Europa toda, visitando Paris, Copenhague, Oslo, Estocolmo, Hannover, Colônia, Amsterdã e Dublin. No Reino Unido, ele ainda passa por Londres, Manchester e Glasgow, para a alegria dos fãs britânicos.
Mas calma que não é só a Europa que vai ter essa sorte! Depois de emocionar o Velho Continente, Stevie Wonder atravessa o Atlântico pra fazer a festa nos Estados Unidos. Nova York, Chicago, Washington, Detroit e Los Angeles estão na lista das paradas que vão receber esse espetáculo inesquecível. É a chance de ver um dos maiores ícones da música ao vivo, celebrando um álbum simplesmente atemporal.
A gente aqui na MAD Brasil já está sonhando com um showzão dele por aqui. Quem sabe ele não dá uma passadinha na América Latina, né? Fica a dica, Stevie! Porque ver ele tocando esses clássicos ao vivo é uma experiência que a gente não esquece nunca. É pura magia.
