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Laura Fernandez larga os apps de namoro e vai pra terapia: 'Não é sexo, é ego!'

via Instagram @laura_fernandez_delgado

Quem nunca se viu meio refém dos apps de namoro que atire o primeiro like! A atriz Laura Fernandez, mãe da única neta de Preta Gil, veio a público confessar que as plataformas de paquera tinham virado uma obsessão na vida dela — e que ela mesma demorou um tempinho para enxergar isso com clareza. Mas pode respirar: o ciclo foi interrompido, o celular está quieto e Laura está, nas palavras dela, ótima.

Depois de perceber que estava num padrão nada saudável com os apps, a atriz decidiu dar um basta. Ela contou nas redes sociais que está há três semanas sem abrir nenhuma dessas plataformas e celebrou a marca com uma sinceridade que, convenhamos, a maioria das pessoas não teria coragem de postar. "Vamos bater três semanas sem date nenhum. Estou ótima. Estou cheia de laser e botox no rosto, saindo com os meus amigos, trabalhando… Super sei, fiquei sem homem. Inclusive, amo ficar sem homem", contou nas redes sociais. Alguém precisava dizer.

Mas qual era, afinal, a questão dela com os apps? Sexo compulsivo? Que nada. Laura foi bem direta ao explicar o que movia o comportamento: a necessidade de validação. "No meu caso, não é um caso de sexo compulsivo, mas mais de querer inflar o meu ego", afirmou. É isso mesmo — nem sempre é sobre o crush, às vezes é sobre a própria cabeça e a busca constante por confirmação num mundinho digital cheio de matches e notificações que chegam e somem sem avisar.

E ela foi além: enquanto falava sobre o próprio padrão, Laura também deixou claro que não curte quando homens fazem o caminho inverso — ou seja, usam os aplicativos movidos pela compulsão sexual. "Acho meio nojento homens que agem dessa forma compulsiva com o sexo e usam o aplicativo", declarou. Opinião dada, sem rodeios.

Apesar de toda a experiência turbulenta, Laura não saiu cancelando a existência dos apps da face da Terra. Ela ainda os enxerga como ferramentas válidas — o problema, na visão dela, está na forma como cada um decide usá-las. "É mais um meio para você flertar, mas precisa ter um certo limite para não virar obsessão, como virou na minha vida", avaliou. E completou com uma comparação que faz sentido: para ela, os apps são um artifício como o telefone e a carta — nem o bem nem o mal em si, mas o que a gente faz com eles.

A atriz também contou que não saiu de lá sem boas memórias: conheceu pessoas que considerava interessantes e teve experiências positivas. O nó, segundo ela, aparecia depois dos encontros. "Eu conheci pessoas muito legais no aplicativo, mas estava entrando em uma outra máxima, que é a de que eu nunca fico amiga dos caras com quem eu tenho um relacionamento", explicou. Um padrão que ela mesma identificou como algo a ser destrinchado — e é exatamente isso que está fazendo.

Porque Laura não está só saindo dos apps: ela está indo pra terapia entender o que está por baixo de tudo isso. Ela revelou que tem levado para as sessões a percepção de que tende a transformar qualquer coisa em rejeição nos relacionamentos. "Aí estou com esse assunto na terapia para tentar entender por que tudo eu transformo em rejeição", contou. Um movimento de autoconsciência que, cá entre nós, muita gente precisaria fazer antes de abrir o próximo app.

Agora Laura está focada em outras coisas: trabalho, amigos e ela mesma. Quem precisa de match quando tem botox e companhia boa pra rir? Pelo jeito, ela descobriu que a resposta é ninguém — pelo menos por enquanto.

Com informações de fontes públicas, Wikipédia, YouTube, Instagram e TikTok.