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Fiuk rebate críticas após show com 67 pessoas: 'devia estar envergonhado?'

Fiuk sempre foi daqueles nomes que a internet não consegue ignorar por muito tempo. Desta vez, o gatilho foi um show com 67 pessoas na plateia — o último antes de ele encerrar a carreira solo e anunciar a volta da Banda Hori. Como era de se esperar, os comentários pipocaram, as piadas rolaram e o burburinho de que ele 'passou vergonha' se espalhou mais rápido que fofoca de condomínio.

Mas calma lá, porque Fiuk não é de ficar quieto. Neste domingo (20), ele foi às redes sociais rebater as críticas com a cabeça erguida. Confirmou o número, sem rodeios: eram mesmo 67 pessoas na plateia. E então fez a pergunta que, convenhamos, ninguém soube responder direito: vergonha de quê, exatamente?

'Tinham 67 pessoas no meu último show. E a gente tocou como se tivesse 67 mil. Hoje, esse número aí virou manchete, né? Virou piada, virou motivo para muita gente aí dizer que eu devia estar o quê? Que eu devia estar envergonhado?', questionou o cantor.

A resposta que ele mesmo deu foi direta: 'Vergonha do quê? Vergonha do quê que eu tenho que ter? Eu cometi algum crime? Eu tô machucando alguém aí, por acaso?' E é difícil discutir com essa lógica. Subir no palco, independentemente do tamanho da plateia, e entregar o show combinado não é motivo de vergonha — é, no mínimo, profissionalismo.

Mas Fiuk não parou no desabafo. Aproveitou o momento para fazer um apelo direto a quem organiza eventos: 'Se você aí tem uma casa de show, tem um festival, tem uma festa, tem um evento, dá uma chance pra gente'. A mensagem foi clara — a Banda Hori está de volta, está disponível e não vai fazer cara feia para nenhum tamanho de convite. 'Se tiver 10 pessoas, a gente vai fazer o show para as 10 pessoas. Se tiver 100 pessoas, a gente vai fazer para 100. Se tiver 1 mil, se tiver 10 mil, a gente vai fazer para as 10 mil', prometeu.

Tem algo genuíno nessa postura que, num cenário musical onde todo mundo finge que está sempre no auge, chama atenção. Não é pouca coisa admitir publicamente que seu show teve 67 pessoas e, ao mesmo tempo, dizer que tocou com a mesma entrega de quem está num estádio lotado. Se é verdade ou não, só quem estava lá sabe — mas a atitude de não esconder o número e ainda transformá-lo em bandeira é, no mínimo, uma escolha corajosa.

O cantor também reservou espaço para agradecer a quem esteve do lado: 'Para cada pessoa aí que comentou, que torceu, que comprou ingresso, que foi lá no show, que tá aí, ó, comigo, gratidão. Gratidão.' E encerrou com um recado sem ambiguidade: 'Eu tô de volta. Eu tô de volta. A banda tá de volta. E a gente vai começar e recomeçar do jeito que for, aonde for. A gente só quer tocar. E a nossa agenda tá aberta'.

Ou seja: para quem tem paixão genuína pelo que faz, número de público é só um detalhe logístico. A Banda Hori está na praça, a agenda está aberta — e agora é esperar para ver se a galera aparece.

Com informações de fontes públicas, Wikipédia, YouTube, Instagram e TikTok.