O que fazer no Rio: de rock no Circo Voador a bossa nova no Leblon

Quem está no Rio de Janeiro tem opções variadas para os próximos dias, misturando música, comida e cultura. Um dos grandes destaques é o encerramento do Rio Gastronomia 2026, que acontece neste fim de semana, sábado 3 e domingo 4 de outubro, no Jockey Club Brasileiro. O evento não foca apenas na comida, mas traz uma estrutura completa com roda-gigante, espaço infantil, feira de produtores e aulas com chefs. Para quem quer comer bem sem gastar muito, há pratos especiais por R$ 30.
No palco do Rio Gastronomia, a programação musical de sábado 3 começa às 16h com Mariah Marini e segue às 20h com Arlindinho. Já no domingo 4, o público infantil tem encontro marcado com os Fabulosos às 16h, e a festa termina com o show do Bloco da Favorita, às 19h30. Os ingressos para os dois dias começam em R$ 88, valor do primeiro lote, e podem ser comprados via Ticketmaster. Vale lembrar que a comida e a bebida são cobradas à parte.
Rock e Bossa Nova
Para os fãs de rock, o Circo Voador recebeu Billy Sheehan na quinta-feira, 1º de outubro. O músico, ex-integrante do Mr. Big e conhecido por colaborações com Steve Vai e David Lee Roth, tocou com a banda Relentless Gods. O grupo, que fez sua estreia no país, reúne ainda com o guitarrista Edu Ardanuy e o cantor Glaucco Ginard, com um repertório focado em rock cantado em inglês. Os ingressos para a noite na Lapa custavam a partir de R$ 80.
Já quem prefere algo mais intimista pode conferir o festival Bossa Nova Sessions, que ocupa o Teatro Café Pequeno, no Leblon. O evento começa hoje, 2 de outubro, e vai até 8 de novembro, com shows às sextas e sábados, às 20h, e aos domingos, às 19h. São 18 apresentações que celebram a bossa nova, promovendo um diálogo entre o gênero e outras vertentes como o samba-jazz, o choro e a música instrumental. Os ingressos custam R$ 50 a meia e R$ 100 a inteira, com classificação para maiores de 14 anos.
Grandes nomes e clássicos
Toquinho também tem data marcada com o público carioca. Nesta sexta-feira 2 de outubro, ele se apresenta no Vivo Rio, casa de espetáculos localizada no Aterro do Flamengo, anexa ao Museu de Arte Moderna. O show faz parte da turnê Só Tenho Tempo Pra Ser Feliz, celebrando os 80 anos do artista e suas seis décadas de carreira. O repertório revisita sucessos como Aquarela e Regra Três, além de afro-sambas. A apresentação conta com banda completa, projeções de arquivos da trajetória do cantor e a participação de Camilla Faustino.
Na Sala Cecília Meireles, também nesta sexta-feira 2 de outubro, às 19h, a pianista Valentina Lisitsa apresenta um recital dedicado a Frédéric Chopin. A artista, com carreira internacional, montou um programa que explora contrastes da obra do polonês, incluindo valsas, polonaises, baladas, noturnos, scherzos e o Fantaisie-Impromptu. Os ingressos para o evento custam R$ 40.
Samba e Jazz pelo Centro e Lapa
O samba domina diversos pontos da cidade neste sábado 3 de outubro. Na Fundição Progresso, a partir das 13h, Leandro Sapucahy comemora 20 anos de carreira com o projeto Que Nem Antigamente, focando em clássicos como Cama e Mesa e Naquela Mesa. Os ingressos variam entre R$ 40 e R$ 50, com classificação para maiores de 18 anos. Já na Praça da Harmonia, na Gamboa, o grupo Casa de Marimbondo faz sua roda a partir das 19h30, com DJ Mitto nos intervalos. A entrada na praça é gratuita.
Outro ponto de encontro é o Casarão do Firmino, na Lapa, onde Gabriel da Muda comanda sua roda mensal neste sábado 3, a partir das 18h. O evento conta com o grupo Agita Samba, sets da DJ Nicolle Neumann e promoções de chope e caipirinha. A entrada funciona no sistema colaborativo. No Centro, o Quintal da Clementina também recebe o grupo Fruta no Pé no sábado 3 para animar a tarde.
Para fechar, o Sobrado da Cidade oferece a programação Jazz no Sobrado neste sábado 3, com a cantora Thaís Motta e seus músicos interpretando clássicos de Cartola, Ivan Lins e João Donato. No domingo 4, entre 13h30 e 16h30, o local recebe a Roda de Chorinho de Os Boêmios da Rua do Rosário e convidados. O acesso é feito via couvert artístico de R$ 15 por pessoa.
Com tanta opção, a única dúvida é se o fígado e o bolso vão aguentar esse ritmo todo. Qual desses vocês não perderiam por nada?
