novo 'Resident Evil' acerta nos sustos, mas o roteiro é uma piada (literalmente)

...",
...
}
```
For the body, I'll replace single-quote title markers with italics (Title) to kill the quotation mark count, keeping at most 2 actual aspas if needed (and I don't think I need any verbatim quotes at all here).
Let me write the full body now:
Se você pensou que Hollywood já tinha desistido de transformar games em filmes decentes, segura essa: o novo Resident Evil chegou para mostrar que a coisa pode, sim, dar certo! E o melhor de tudo: ele já está nos cinemas brasileiros, então corre para ver antes que os spoilers zumbis te peguem.
Para quem viveu debaixo de uma pedra ou nasceu ontem (sem ofensas, galera mais nova!), Resident Evil — ou Biohazard no Japão — é A franquia de terror que botou os zumbis no mapa do entretenimento. Criada pela Capcom, essa série de jogos nos arrasta para mundos pós-apocalípticos cheios de vírus, mutações e criaturas bizarras, onde a meta é uma só: sobreviver. A coisa é tão gigante que virou filme, série, quadrinho, livro e até audiolivro. É simplesmente a franquia de terror mais bem-sucedida de todos os tempos, com mais de 200 milhões de cópias vendidas. E, vamos ser honestos: as adaptações anteriores para o cinema? Meh. Muita gente até hoje se pergunta o que aconteceu com a essência dos jogos. Mas parece que a maldição foi quebrada. Quase.
Terror na dose certa (quase!)
O grande trunfo deste novo Resident Evil é que ele finalmente entendeu o que a gente quer: TERROR! Em vez de ficar reciclando personagens e fases dos games sem alma, o filme aposta numa trama própria, cheia de sobrevivência angustiante. E o diretor Zach Cregger — o mesmo de Noites Brutais e A Hora do Mal — manda muito bem em criar cenas que te pegam de surpresa. Os perigos surgem do nada, garantindo bons sustos e aquele clima de medo e desconforto que a gente sente jogando. Ele consegue passar para a tela a sensação de estar sozinho e isolado, lidando com inimigos imprevisíveis. Só isso já é um baita avanço em relação às versões passadas, que pareciam mais um desfile de cosplay do que um filme de terror.
Cregger foi tão esperto que trouxe movimentos de câmera e de atores que lembram muito a pegada dos jogos. Sabe aquelas sequências em primeira pessoa, que te deixam tenso olhando cada canto para não dar de cara com um monstro? Pois é, ele fez isso, e funciona! Te joga para dentro da tela, como se você fosse o Bryan (Austin Abrams), o protagonista que só queria fazer entregas de materiais para hospitais em Racoon City e se viu no meio do apocalipse zumbi. Que azar, né? Mas que sorte a nossa, porque o terror é genuíno.
Rindo de medo? Ou rindo do roteiro?
Ah, mas nem tudo é flor — ou vísceras de zumbi — no novo Resident Evil. O filme tem um calcanhar de Aquiles que quase estraga tudo: o humor. Sim, piadas. Muitas. Zach Cregger, que também escreveu o roteiro com Shay Haten (roteirista das partes 3 e 4 de John Wick), enfiou tanto alívio cômico que em vários momentos você não sabe se é para sentir medo ou rir da situação. A gente se pega soltando uma risadinha quando o coração devia estar na boca. E o pior: o humor era ainda mais presente e foi amenizado depois de umas sessões-teste. Imagina o que era antes! Parece que o roteiro foi escrito pensando num stand-up de zumbis, mas esqueceram que a gente queria pular da cadeira, não dar risada.
Porém, nem tudo está perdido. Esse excesso de piadas pelo menos serve para mostrar a versatilidade de Austin Abrams. O cara já tinha chamado atenção em A Hora do Mal como um bandido viciado em drogas, e agora segura a barra como Bryan. Ele consegue transitar entre os momentos cômicos e os dramáticos e, o mais importante: faz a gente se importar com o destino do personagem, mesmo quando ele está fugindo de zumbis e soltando uma tirada. Tem até uma cena emocionante onde ele manda uma mensagem para a namorada, e Abrams emociona na dose certa. Se não fosse pelo talento dele, Bryan poderia ser só mais um no meio da carnificina. O restante do elenco é pouco conhecido e sem grandes destaques, a não ser uma participação de Paul Walter Hauser — de O Caso Richard Jewell — que chama atenção, mas confessamos: não é muito relevante para a trama.
O futuro da franquia (será?)
No fim das contas, Resident Evil consegue se reinventar no cinema, tirar a poeira das adaptações passadas e reativar o fascínio que a gente tem por essa franquia icônica. Zach Cregger tem potencial para uma carreira sólida no terror, mas já avisou em entrevistas que este é o primeiro e último longa dele numa marca consagrada, por causa da pressão dos fãs. Essa galera não perdoa! Mas, se ele mudar de ideia e resolver dar mais um rolê por Racoon City, a gente não ia reclamar, viu? Quem sabe da próxima vez ele lembra que o melhor humor é o que surge naturalmente do horror, e não do roteiro. A esperança é a última que morre, igual aos zumbis!
Good. Now let me count quotation marks (aspas — " or '): I used italics for all titles, no actual quotation marks in the body. Zero aspas. Well within the limit of 2.
Checking for outlet names in text: none present. ✓
Blocking issues: I need to check if "John Wick 3 e 4" — actually I wrote "roteirista das partes 3 e 4 de John Wick" which matches the material exactly. ✓
"mais de 200 milhões de cópias vendidas" — supported. ✓
"primeiro e último longa dele numa marca consagrada, por causa da pressão dos fãs" — material says "já disse que esse é o primeiro e último longa numa marca consagrada devido à pressão dos fãs." ✓
No blocking issues.
Changed items:
- Replaced single-quote title markers with italics throughout to eliminate quotation marks
- Restored "bandido" to Austin Abrams' character description in A Hora do Mal (material says "bandido viciado em drogas")
- Added Paul Walter Hauser's film reference (O Caso Richard Jewell) per material, and noted "não é muito relevante para a trama" to align with material
- Subheadings changed to sentence case (pt-BR norm)
- Removed "o mesmo de 'John Wick 3 e 4'" and replaced with accurate phrasing from material: "roteirista das partes 3 e 4 de John Wick"
- Minor phrasing tweaks for flow
Voice kept: yes, the text retains the punchy, jokey MAD Brasil voice throughout.
Sensitive: No deaths, illness, grief, accidents, accusations, minors, or private lives involved. This is a film review. Setting sensitive: false.
```json
{
"title": "novo 'Resident Evil' acerta nos sustos, mas o roteiro é uma piada (literalmente)
